BLOGS DE POETAS EN LENGUA CASTELLANA

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SANTAROZA Poente!

Poente! Eram horas... A tarde já se debruçava no horizonte, E o faroleiro já caminhava para o farol, A noite já sorria do outro lado, Acompanhada de um cordel de estrelas, Eram horas... A lua se enchia cada vez mais, A cotovia já dera seu primeiro piado, O mar já silenciara sua fúria, E a preocupação tomava conta de meu ser, Eram horas... Marcáramos ali perto das dunas, Na areia branca tal e qual a pele tua, E tu não vinhas já fazia alguns minutos, Em meu coração parecia eternidade, Eram horas… Continue

Posted by SANTAROZA on December 14, 2009 at 5:35pm — No hay comentarios

SANTAROZA PENSAMENTO!

PENSAMENTO! Um jantar a luz de vela, Numa noite já tão bela, Segurando a mão dela, E na penumbra se revela, A bela a fera, Com olhar inebriante, Qual o vinho cintilante, No cristal brilhante, Em uma taça vermelha, Que muito se assemelha, A teus lábios de carmim, A sorrirem para mim, Com promessa de cetim, Debruada de jasmim, Já varanda no jardim. Depois de um vinho do Porto, Eu me pego absorto, Observando a lua, Que como aureola, circula a imagem tua, Semi despida, quase nua, Vindo em minha dir… Continue

Posted by SANTAROZA on December 9, 2009 at 4:51pm — No hay comentarios

SANTAROZA CIGANA.

CIGANA. Es minha sina, minha gana. Busco-te na vida na cama Encontro-te por vezes nos bares Mas nesses lugares Apenas trocamos olhares Dos quais você foge Como pode Se te busco como louco Se te quero como poucos Porque foges assim Sem saber de mim Do meu coração Da minha paixão Sei que es mulher E que também me quer Deixa eu te abraçar Deixa eu te amar Depois se deixar minha cama... Eu bem sei és cigana! Santaroza Continue

Posted by SANTAROZA on December 4, 2009 at 6:09pm — No hay comentarios

José Fernando negritud

Negritud antigua, olor a ese ruido. Vuelvo a aquella mañana, vuelvo con esta. Quiero dejar pasar los días, quiero estar contigo para volver a salir. Continue

Posted by José Fernando on December 4, 2009 at 1:34pm — No hay comentarios

SANTAROZA AH! UM VERSO...

AH! UM VERSO... Ah! Se tivesse um verso agora para profanar o solo sagrado de seu amor! Se fora possível revestir-me de sonhos e me inserir em seus pensamentos! Se por esse vento que passa, galopar seu lombo, e chegar às praias de seus desejos mais indizíveis! Se pro uma fração de segundo o tempo parasse e no vislumbrar de seus olhos me visse lá dentro! Se fosse possível ao sugar o ar, me levasse com ele para dentro de si, para me perder em seu coração! Se por um erro do destino seu coração fos… Continue

Posted by SANTAROZA on December 2, 2009 at 2:32pm — No hay comentarios

SANTAROZA Mulher!

Mulher! Como se fora estrela Brilha em meu peito E feito ventania Vem deitar comigo. Se veste só de sol Perfuma minha noite Salga meu sorriso Fala palavrão. Tem desejos loucos Sonha com etes Bebe de meu leite E finge não saber. Tem unhas afiadas Língua perigosa Sorriso maroto E pele de cetim. È santa e prostituta Canina e sutil Amor e perdição Mulher em plenitude! Santaroza Continue

Posted by SANTAROZA on December 1, 2009 at 3:38pm — No hay comentarios

SANTAROZA Orfeu!

Orfeu! A mulher de meu pensar Veste-se de sonhos Voa com as borboletas E ferroa feito abelha. Tem olhos de mutante Sorriso de golfinho Caminha como garça E tem unhas de tigresa. Tem o coração de neve Venta na primavera Cabelos de cachoeira E é quente como ninho. Essa mulher é de sonho As vezes é passional Em outras é paciente Nunca pede, arrebata. Essa mulher é de areia Do mesmo barro que eu Ela toda a plenitude Eu apenas Orfeu. Santaroza Continue

Posted by SANTAROZA on November 30, 2009 at 1:50pm — No hay comentarios

José Fernando Pasillos

Pasillos de rapidez inusitada. En una conversación en lo perdido. En una situación que jamás volverá a suceder. Porque todo es tan distante a tí. porque todo es recordarte. Y sin ti, malas voces me acompañan. Risas calculadas y gestos propios del edificio. Sólo queda soñar contigo que tus méritos aparten su suerte. Cuando volveré a caminar al mismo rincón que en esos ochenta vivo eternamente. Continue

Posted by José Fernando on November 28, 2009 at 9:40pm — No hay comentarios

SANTAROZA Uma vida!

<<b>/b>Uma vida! Escrevi poesias no vento Andei pelo arco íris Senti cheiro de absinto Masquei ervas nativas. Dormi em baixo da lua Matei a sede na chuva Corri para não chegar Rezei sem ajoelhar. Decidi no par ou impar Blefei quando não tinha nada Fiquei sério, mas quis sorrir. E gargalhei pra não chorar. Doei sangue e era vermelho Comi feijão com farinha Cuspi as pimentas fora Me lambuzei de amora. Fumei cigarro de palha Li á luz de lanterna Nadei pelado no rio Vi as est… Continue

Posted by SANTAROZA on November 27, 2009 at 4:02pm — No hay comentarios

SANTAROZA AINDA SINTO...

AINDA SINTO... Ainda sinto o gosto de sal... Do primeiro beijo que trocamos num portal... Sim! Era um portal, a transcendência entre o sonho e o real! A realidade selada por dois lábios sedentos... Corações atrelados em alentos... Olhares que falavam poesias... Mãos que se tocavam frias... Ainda sinto aquele gosto de sal! Porque foi de todos o mais real... Este se cravou no coração! Os demais foram de paixão... E como tal se perderam na esteira dos dias! E se apagaram na fogueira já fria! Que i… Continue

Posted by SANTAROZA on November 24, 2009 at 5:51pm — No hay comentarios

SANTAROZA CORPO!

CORPO! Teu corpo molhado, De frio gelado, Na chuva que cai... Teu corpo calhente, De curva saliente, Da chuva não sai... Gitana a dançar, Sem se importar, Com a chuva que cai... Teu corpo divino, Estrada e destino, Na chuva se vai... Dança menina, Profana e felina, Na chuva.. Que ai... A roupa colada, Já toda molhada, Pela chuva que cai... Tuas curvas contornam, Tua carne amorna, E a chuva se vai... Cabelo colado No rosto molhado, Da chuva que foi, Teu corpo gelado, Meu abraço apertado, E a chu… Continue

Posted by SANTAROZA on November 23, 2009 at 12:35pm — No hay comentarios

SANTAROZA AUSENCIA!

AUSENCIA! Quão terrível é esse sentimento, Range na alma como lamento, Tapa os olhos como cimento, Leva-nos a vida pelo vento, Transporta-nos por momentos, De solidão e ferimentos! Como dói uma saudade, Não é sentimento é maldade, Que rasga o peito sem piedade, Expulsando-nos a realidade, Do sorriso e da felicidade! Quem me dera pudesse voar, E pelo mundo te campear, Pra novamente te encontrar, E em podendo, te abraçar, No teu ouvido declarar, Só te busquei para te amar! Santaroza Continue

Posted by SANTAROZA on November 20, 2009 at 4:23pm — No hay comentarios

SANTAROZA ARDE!

ARDE! Arde como saudade, Morde de verdade, É feito maldade, Não tem dó nem piedade, Sangra como hemorragia, E vibra de alegria, Queima como água fria, Sua distância de mim, Porque fazes assim? Santaroza Continue

Posted by SANTAROZA on November 20, 2009 at 1:11pm — No hay comentarios

SANTAROZA AMORE DE OUTONO.

AMORE DE OUTONO. Caneca de vinho Não se pode ficar sozinho As noites são longas e frias Geralmente solitárias e vadias Tempo demais pra se beber só Tempo de mais pra se ficar só Na lareira crepita o fogo E entre nós começa o jogo De caricias De malicias De doçura De loucura Uma manta para nos Não importa o mundo estamos sós Eu você e o vinho A lareira o fogo nosso ninho O frio de repente vai embora O vento range e chora lá fora Sinto seu coração Ponho a minha mão Por entre sua blusa aberta E mi… Continue

Posted by SANTAROZA on November 20, 2009 at 12:34pm — No hay comentarios

SANTAROZA Nós!

Nós! Nossas cordas deram nó Se encontraram, se tocaram Se beijaram, se amarraram Feito laço de cipó! Corre a água rio á baixo Morna aos raios do sol Em redemoinho em caracol Vão rolando no riacho! Flores tombam da aroeira Pintando de rosa o chão Tal e qual em meu coração Sopra o vento essa poeira! Somos a água e o vinho Partes distintas do universo Tu és o poema e eu o verso Somos a seda e o linho! Um é côncavo outro convexo Paralelas de mesma estrada Fios de uma mesma meada Um é emoção ou… Continue

Posted by SANTAROZA on November 17, 2009 at 1:00pm — No hay comentarios

José Fernando otro gran viaje

Otro gran viaje, que escasa antiguedad. Entradas con el sol en lo alto. Me queda un año con tu encuentro. Hacia el sur probablemente y más cerca de ti. Quizás solo. Y mis momentos serán más cerca de tus ojos. En el descampado distante, casi en nuestra tierra. Saldré para verte sin saber como estas ahora. Continue

Posted by José Fernando on November 12, 2009 at 1:21pm — No hay comentarios

Vicente Nuevo Blog muy pronto

Hola, estoy probando si funciona para crear un nuevo blog para un amigo poeta de Valencia. Va a empezar a utilizar las nuevas tecnologías, pero si que puedo decir que se le da muy bien lo de escribir. Ya lo vereis. Un saludo a todos/as. Continue

Posted by Vicente on October 28, 2009 at 2:27pm — No hay comentarios

José Fernando Al cuarto día

Al cuarto día aproveché el momento, en un encuentro cuando llega el fresco, la tranquilidad del momento, Ya es el día para verte, para encontrarnos. Y me acerco, y es todo diferente. Todo se relaja, y entro en aquellos ojos. Ojos duraderos y amantes. Continue

Posted by José Fernando on October 27, 2009 at 11:55am — No hay comentarios

José Fernando Otro cambio

Otro cambio, Hacia un nuevo horizonte, volver a lo sucio para cambiar lo nuevo. Días que se avecinan en el interior de todo. Vuelvo a otras para estar más cerca. Qué universo será de multitudes y tranquilidad. Estabilidad absoluta ya en tu recuerdo y mi descanso. Continue

Posted by José Fernando on October 16, 2009 at 2:55pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Solo verte reviven cosas en mi que andaban dormidas tus buena nuevas de voz aterciopelada conmueven …

Solo verte reviven cosas en mi que andaban dormidas tus buena nuevas de voz aterciopelada conmueven mi corazón explosión de pasión apenas controlada mi mirar recobra el destello que en ocre se convirtió mi piel de nuevo vuelve a sentir los sobresaltos de tu llegada en esperada reconquista. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on October 7, 2009 at 4:34pm — 2 comentarios

AVELIBRE LA DOTE

Siento temor de encontrarme entre el parpadeo inocente del que persigue mi norte. Del que reclama conciencia, sin haber descubierto el horizonte. Al que espera el salvaje trópico, portando un luto obligado. Recordando en silencio la cuchilla indiferente del Humano. A quién le pido perdón… Continue

Posted by AVELIBRE on October 6, 2009 at 4:47am — No hay comentarios

AVELIBRE SILENCIANDO RECUERDOS

Aquí me tienes, cautiva de tus golpes. Franqueando la senda que no lleva a ningún lugar. Aquí me tienes, atascada entre tus lágrimas. Rodando por los túneles de tu soledad. Desde aquí te contemplo obstruyendo tu sangre. Anhelando protestas de utópica libert… Continue

Posted by AVELIBRE on October 6, 2009 at 4:44am — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Cuando la vida golpea tan fuerte que te falta el aliento no opongas ninguna resistencia dejala hacer…

Cuando la vida golpea tan fuerte que te falta el aliento no opongas ninguna resistencia dejala hacer visualizate en caña de bambú dejate llevar aunque el mismo infierno sientas bajo tus pies nada tienes que temer eso si, si tienes fe si crees que no andas solo. La perplejidad en miedo se convertirá el miedo en ignota fragilidad la fragilidad un instante perenne marcado en tu mente. Los reveses de la vida son otras formas de mirar sus golpes una llamada de atención de que no andas solo. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on October 1, 2009 at 3:44pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Quisiera haber nacido en un país que no es el mio en un país lleno de virtudes como es el tuyo lleno…

Quisiera haber nacido en un país que no es el mio en un país lleno de virtudes como es el tuyo lleno de ausencias vacío de necesidades todo por conquistar nada que perder donde el agua es dulce la tierra es yerma el cielo llora barro las flores no se marchitan a pesar del viento alocado el mal es reconocible no se esconde tras telas de diseño ni en corbatas de ahorcados. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 29, 2009 at 3:28pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA No me pidas suavidad cuando frente a ti me encuentro no me pidas que ralentice mis sedientos sentimi…

No me pidas suavidad cuando frente a ti me encuentro no me pidas que ralentice mis sedientos sentimientos. Abrazame fuerte mucho mas fuerte para no dejar ningún espacio al desaliento dejame que en ti me sienta hasta en la inconsciencia hallarme sumido entre nubes de algodón que amortiguen la caída en eterna felicidad. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 28, 2009 at 5:38pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Si te preguntas si es cierto que te quiero mira si en tus mejillas anda recostado el sol si la luna …

Si te preguntas si es cierto que te quiero mira si en tus mejillas anda recostado el sol si la luna se refleja en la niña de tus ojos si los vientos tu nuca dejan al descubierto si tus lagrimas en agua bendita se convierten si el algodon que te cubre en seda se convierte si la pasión vuela tan a ras del suelo que es imposible no estremecerse. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 18, 2009 at 4:40pm — No hay comentarios

Iván ESPECIAL

La brisa en el rostro... Es algo especial . Las bandadas de pájaros... Volando de un extremo a otro... Es algo especial . Los árboles... Quietos... O movidos por el viento... Es algo especial . Las nubes... Como gigantescos algodones , desplazándose por las alturas... Es algo especial . El agua... Que incontenible busca el mar... Es algo especial . El hombre... Que como un pajarillo... Subsiste con el agua y el pan... Es algo especial . La lluvia... Que golpea nuestros techos... Y riega la… Continue

Posted by Iván on September 17, 2009 at 7:05pm — No hay comentarios

José Fernando Porque allí estuvieron

Allí estuvieron en verbenas los que ahora son profesores y se conocieron, y vivieron y tienen recuerdos. Y se hablan de una magia que está en las paredes. Y saben de sus historias e intercambian. De Rocha, De Rosario, de ese viaje a La Palma que en mi alma estuviera. Continue

Posted by José Fernando on September 16, 2009 at 1:59pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Ojos verdes que de otoño se visten lánguida mirada mecida en melancolía. La ausencia en sus brazos m…

Ojos verdes que de otoño se visten lánguida mirada mecida en melancolía. La ausencia en sus brazos me recibe y de su mano me lleva entre encrucijadas que solo ella conoce. Entre luces y sombras ando tras un cristal blindado en aparente serenidad en fingida calma. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 8, 2009 at 6:16pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Me envuelve en su velo la melancolía brotando dos manantiales salados implorando al mismo cielo que …

Me envuelve en su velo la melancolía brotando dos manantiales salados implorando al mismo cielo que de mi se apiade las ilusiones que me muestra al fin las haga realidad que a su hijo pueda abrazar colmarle de besos aunque en ello pierda el aliento recibir el día y sentirlo a mi lado recibir la noche y sucumbir a su lado ese es mi deseo y eso te pido madre luna que ese lucero que pariste se quede aquí en estas mis tierras para que me muestre el otro lado de la luna. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 8, 2009 at 3:25pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Sumergido en ensueños despisto a la realidad no buscada. Relleno con colores idas y venidas deseadas…

Sumergido en ensueños despisto a la realidad no buscada. Relleno con colores idas y venidas deseadas, dibujo mis dedos hasta que en los tuyos se conviertan cual saetas que las horas marcan. Rescoldo de eternas ascuas convertidas en ígnea pasión día a día alimentada por mi mirar que los vientos mueven entre la tierra y el cielo dibujando deseos ensortijados en el oleaje de tus cabellos. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 7, 2009 at 6:59pm — No hay comentarios

FLIZZ EL INFIERNO ES DE 4x4 (doublebass)

Compás 4x4 (Doublebass, contrabajo) Tensas vibraciones cordadas golpean el mástil castigan el puente suspendidas sobre el alma dejan el pizzicato entra ahora el Slap escapa La SolFa ReLa cada nota pulsada por dedos vertiginosos poseídos por métricas sincopadas siguiendo el desliz de acordes improvisados mientras me deslumbra el Sol artificial que se baña en tus anchas caderas con el reflejo de mi silueta enmarcado en tu piel caoba y afinada me deja… Continue

Posted by FLIZZ on September 6, 2009 at 7:19pm — No hay comentarios

FLIZZ EL INFIERNO ES DE 4x4

Recuerdo cada noche… Noches en las que te poseía, O así lo creía, o me dejabas creer. Siempre te consideré demoníaca, qué endiablada... eras Tú! Y como lo hacías, perdía el sentido, Sentía el vacío del alma que escapa entre mis dedos. Redobles en tu vientre Orgía de sentidos Recuerdo todas las noches… Como ahora, en sueños, veo ésos ojos infinitos, llenos, como luna llena colmada de mi reflejo. Yo miro, Tú me miras… Nos miramos, conjugando como perros en celo, como estudiantiles, con anhelos… Continue

Posted by FLIZZ on September 6, 2009 at 7:09pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Hay dos cosas que nos iguala a todos los humanos nacer y morir lo que nos diferencia es lo que hacem…

Hay dos cosas que nos iguala a todos los humanos nacer y morir lo que nos diferencia es lo que hacemos durante el trayecto. Si hubiese que eliminar el mal sería tanto como cambiar el transcurso de la vida sin mal no hay bien sin enfermedad no hay salud sin riqueza no hay pobreza. El secreto es el equilibrio entre los extremos que por tan coincidentes se repelen. Amarse a uno mismo es un buen comienzo para salvarse para salvarnos. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 5, 2009 at 4:00pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Que mas quisiera yo ser el viento que mece tus cabellos ser la tierra que con sus latidos tu corazón…

Que mas quisiera yo ser el viento que mece tus cabellos ser la tierra que con sus latidos tu corazón acompasa ser el camino por donde vos anda ser las aguas del río donde tu rostro se refleja ser el patio de tus confidencias ser tus sueños con los ojos abiertos ser el pañuelo que endulza la sal derramada ser el punto de partida y de llegada Que mas quisiera yo que beber tus vientos mojarme en la misma lluvia compartir el mismo velo cruzar cómplices miradas no parar de reír hasta la salida del so… Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 4, 2009 at 6:52pm — No hay comentarios

Laura Jeanette Haro Alva El porque

Es el momento de pensar el porque de que no estes aqui y duele imaginar que te perdi Podria pensar que te vas pero duele imaginar la verdad no creo que podrias irte ya Sin ti tu no existiras Sin ti tu piel se apagara Sin mi no habra nada mas Y tendras que llorar de lo que paso yo aqui Recordando y mirando el lugar donde era tan facil para mi amar. Pero es dificil mirar el lugar donde pase momentos de amor junto a ti es que el dolor no se ira hoy de aqui. Y es que el momento no pasara, pero… Continue

Posted by Laura Jeanette Haro Alva on September 3, 2009 at 9:00pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Llego el vendaval que todo pone patas para arriba consigue hacer brotar agua de las piedras de dibuj…

Llego el vendaval que todo pone patas para arriba consigue hacer brotar agua de las piedras de dibujar sonrisas de secar lagrimas infinitas de levantar al caído los marrones oscuros pintarlos de turquesa detener el tiempo por unos instantes crear aromas sentir ilusiones en el mismo espacio tiempo llego el vendaval envolviendo a quien se deje elevar. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 3, 2009 at 3:36pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Bien sabe el destino que ante el me arrodillo ahora en época de nieves. Ya paso la primavera arrolla…

Bien sabe el destino que ante el me arrodillo ahora en época de nieves. Ya paso la primavera arrolladora el otoño de sensatez. La experiencia la falta de fuerzas hace que baje las escaleras y me recoja en el seno del blanco paterno y del gris materno solo ahí me siento fuerte en mi humanizada debilidad. Jure fidelidad al silencio del saber a la contención del poder y no desear nada mas que ser luz en el camino que en tu alma se cobije. Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on September 2, 2009 at 8:39pm — No hay comentarios

VICENT ALMELA I GARCIA Se terminarón los registros de pasados recientes, obligados pasos a lo desconocido me llevaran a cum…

Se terminarón los registros de pasados recientes, obligados pasos a lo desconocido me llevaran a cumplir lo escrito. Necesito el fuego para no errar mis pasos, seguir los trazos por el humo dibujados, mas cuando cual camaleón se transforma miro a todos lados atolondrado. Mis manos se despegan de mi cuerpo en fatal equilibrio, cierro mis parpados para no caerme, dejo llevarme escuchando el aire en forma de viento, siento como golpeteas mi espalda, tam, tam,tam, el repiqueo se confunde con los lat… Continue

Posted by VICENT ALMELA I GARCIA on August 29, 2009 at 3:58pm — No hay comentarios

MANOLY DOS HIJOS DIOS ME CONCEDIÓ

Dos hijos DIOS ME CONCEDIÓ..., UNA HIJA Y UN VARÓN. De ellos orgullosos estamos su padre y yo..., son buenos hijos y poseen un gran corazón. MANOLY NARANJO. Continue

Posted by MANOLY on August 29, 2009 at 1:09pm — No hay comentarios

MANOLY EL MAR DE TUS OJOS.

El mar de tus ojos recorren mi ser ondean olas en mi cuerpo y mueren en la cumbre de mi tez . Perdida sin aliento en las olas de tus deseos me agarré a tus manos y esperé a que la tempestad no me sumergierá en profundo desconsuelo. Manoly naranjo. Continue

Posted by MANOLY on August 28, 2009 at 2:53pm — No hay comentarios

José Fernando ya surge un nuevo momento

Ya surge un nuevo momento, donde todo se olvide, donde el rostro del sur, sin un pequeño futuro entre dunas de asfalto. Y es que posible que sea nuestro sitio. Nuestro amor, donde serena, realmente pueda verte. Lleno de hombres, de la suavidad que todo lo impere, donde amarte, Donde relajadamente mirar los ojos que se esconden. Continue

Posted by José Fernando on August 25, 2009 at 12:56pm — No hay comentarios

José Fernando Cuando se producen los mejores momentos.

Cuando se producen los mejores momentos, la voz lejana en un hilo absurdo, imágenes desterradas ahora que falta tan poco. Después de estos años, casi apunto de acabar esta batalla, voces griegas que insultan allá abajo. Y me reclino hacia ti, y voy hacia ti. Y me alejaré algo para acercarme a tí. Quiero encontrarte para volver a mí. Continue

Posted by José Fernando on August 18, 2009 at 2:58pm — No hay comentarios

José Fernando Cuándo encontrarnos

Estaré al margen lo suficiente, cómo te acercarás. Cómo se limpiarán tus grandes ojos. Y podrás salir libremente, en un asiento con los tuyos. Nuestra misma edad, nuestros mismos recuerdos. Nuestra misma época, Compartir un futuro, con los que lucharon. Y más jóvenes aún, más fuertes en un pasado fuerte. A mi lado, rizos de antaño, una dulce sonrisa que no supe apreciar. Una juventud que quiero amar. Rosario, consigue tu puesto de verdadero mérito, y después del último intento, verte arrib… Continue

Posted by José Fernando on August 3, 2009 at 12:37pm — No hay comentarios

José Fernando Su traje blanco

Su traje blanco su sencillez su capacidad de trabajo. De nuestra generación y más joven, y nos encontramos. Si pudieras ocupar un sitio en mi vida. Rosario recogida. Volver a entrar en tus ojos. Inmensos ojos de dulzuras que me esperan en la eternidad. Continue

Posted by José Fernando on July 29, 2009 at 10:01am — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez CLARIBEL ALEGRÍA

Poeta centroamericana nacida en Estelí, Nicaragua, en 1924. Desde muy niña se trasladó y vivió con su familia en El Salvador y en 1943 viajó a EE.UU. donde obtuvo el título en Filosofía y Letras por la Universidad George Washington. Después de residir por varios años en EE.UU.… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 23, 2009 at 4:09pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez CARMEN JODRA DAVÓ

Poeta española nacida en Madrid en 1980. Está terminando con honores sus estudios de Filología Clásica en la Universidad Autónoma de Madrid. Muy temprano empezó a escribir poesía y narrativa, convirtiéndose en una de las revelaciones de la poesía joven española. En 1998 obtuv… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 23, 2009 at 4:04pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez MARÍA CLARA GONZÁLEZ

< Poeta colombiana nacida en Bogotá en 1952. Adelantó estudios de Literatura en la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá. En junio de 1977 obtuvo mención de Honor en la categoría de Escritores Reconocidos en el concurso auspiciado por la "Unión Nacional de Escritores… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 23, 2009 at 4:01pm — No hay comentarios

José Fernando Gracias

Gracias a ti, gracias a las dos, al recuerdo y la presencia del amor, de la constancia, de buscar lo mejor. Busca su nota y que la justicia impere. Cual será nuestro lugar dentro de poco tiempo. Hay tanta fortaleza en esa belleza. En ojos mágicos y en la sonrisa ausente. Deslizarme por el destino para amarles. Continue

Posted by José Fernando on July 22, 2009 at 9:28am — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez TUDOR ARGHEZI

Seudónimo de Ion Theodorescu, poeta y novelista rumano nacido en Bucharest en 1880. Después de terminar la escuela básica en Saint Sava High School, trabajó en diversos oficios para sostener sus estudios superiores. En 1896 publicó los primeros versos en la revista de su orienta… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 4:02pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez GOYA GUTIÉRREZ

Poeta española nacida en Aragón en 1954. De 1968 a 1999 vivió en Barcelona en cuya Universidad se licenció en Filología Hispánica. Ha estado durante años dedicada profesionalmente a la enseñanza pública en el nivel de secundaria, impartiendo la asignatura de Lengua y Literatura… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:58pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez JEANNETTE L. CLARIOND

Poeta mexicana nacida en Chihuahua en 1949. Es licenciada en Filosofía, Maestra en Metodología de la Ciencia y Maestra en Letras Españolas. Reside actualmente en en EE.UU. donde desarrolla una intensa labor literaria, no sólo como poeta, sino también como antóloga y traduc… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:56pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez LUZMARÍA JIMÉNEZ FARO

Poeta y editora española nacida en Madrid en 1937. Es fundadora y Directora de Ediciones Torremozas, miembro del Patronato de la "Fundación Carmen Conde y Antonio Oliver" de Cartagena y Presidenta de la "Fundación Gloria Fuertes". Su trayectoria literaria se inició con la… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:53pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez LOUIS ARAGON

Poeta, novelista y ensayista francés, nacido en París en 1897. Después de sus primeros estudios en el Liceo Carnot , ingresó a la Universidad de Paris donde estudió Medicina. Gran amigo de Breton y de Soupoult, fundó con ellos la revista "Littérature" en 1919, liderando el movimi… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:51pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez ROSA LENTINI

ROSA LENTINI (Barcelona, 1957). Poeta, traductora, crítica y co-editora de Ediciones Igitur. Miembro fundador de las revistas Asimetría (1986-88) y Hora de Poesía (1979-95), de la que fue su directora. Poemarios: La noche es una voz soñada (1994), Cuaderno de Egipto (2000), E… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:48pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez MATILDE ALBA SWANN

Matilde Kirilovsky nació en 1912 en Argentina y bajo el seudónimo de Matilde Alba Swann, se le conoce como poeta. Estudió Ciencias Jurídicas y Sociales en la Universidad Nacional de La Plata. Aunque ejerció la profesión con gran éxito, dedicó gran parte de su vida al period… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:45pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez ÁNGEL PETISME

Ángel Petisme (Calatayud, 1961) es escritor y cantante. Licenciado en Filología Italiana por la Universidad Complutense de Madrid. Ha sido incluido en diversas antologías de poesía española, entre las que destaca Postnovísimos donde Luis Antonio de Villena le señala como el máxi… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:37pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez ANDRÉ BRETON

Poeta francés nacido en Tinchebray, Orne, en 1896. Estudió medicina y trabajó en hospitales psiquiátricos durante la Iª Guerra mundial, aplicando sus profundos conocimientos de la teoría freudiana. Desde muy joven trabó amistad con importantes figuras intelectuales de Francia conv… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:34pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez GIOCONDA BELLI

Poeta y novelista nicaragüense nacida en Managua en 1948. Junto a Ernesto Cardenal y Claribel Alegría, inició la renovación de la poesía en su país. Un marcado acento erótico impregna buena parte de su obra, aunque la última producción denota una gran preocupación por los cambi… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:30pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez PILAR IGLESIAS DE LA TORRE

DOSIS LETAL DE INFRASONIDO Justo donde la ciudad, se diluye en la extrañeza. Justo donde cristal, exhala la distancia y se vuelve salado el aroma de la lluvia.....Allí, se inhuman petroglifos, en un sin fin sin contrición cual dosis letal de infrasonido. Ya sé la pr… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:30pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez JACK KEROUAC

Jack Kerouac nació el 12 de marzo de 1922 en Lowell Massachusetts, de origen francocanadiense y de naturaleza aventurera y vivaz. Recorrió los Estados Unidos y México a pie, en autobús, en coche (haciendo autostop) y en extraños pero sobresalientes sueños alucinados por la carre… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:24pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez JOSÉ EMILIO PACHECO

Poeta y ensayista mexicano nacido en Ciudad de México en 1939. Empezó a brillar desde muy joven en el panorama cultural mexicano, gracias a su dominio de las formas clásicas y modernas y al enfoque universal de su poesía. Además de poeta y prosista se ha consagrado también c… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on July 9, 2009 at 3:20pm — No hay comentarios

José Fernando Porqué perder estos momentos.

Porqué perder estos momentos. Rincones de observaciones oscuras. y tu recuerdo tan cerca. En el final, como ruedas que comprimieron. Me alejo ya para verte nunca. Rosario, ardiente y serena. Darias bríos a esta serenidad de la tarde. Y me acerco para verte. Llega el momento de la partida. Continue

Posted by José Fernando on June 29, 2009 at 3:22pm — No hay comentarios

José Fernando Comprenderé

Comprenderé que existe Dios al escuchar tu nombre. Poco a poco, loco de recuerdos. Amor, que fue de aquellos momentos. Fe, cobijada en rincones fríos. Te espero, estando lejos y cerca. Cuarentones muertos. Tu allí, yo acá. Mi orgullo me aleja tanto. LLorando, y pensar en tí. Qué importa, decirlo tan adentro. No me mates nunca más. No estrujes tanta soledad. Ese corazón que vive. Qué alianzas tienes en tu amor. Perdonar este viento de esquinas que nos quema. En qué noches duermes. Regresa a… Continue

Posted by José Fernando on June 4, 2009 at 9:50pm — No hay comentarios

Rossana Arellano Guirao Derechos reservados

Derechos reservados He recogido diversas huellas y la vida en notas y palabras pequeñas historias han dictado sentencia a mis patios hoy desiertos. Aún hay monstruos escondidos en el entretecho que salen cada noche a cavar hoyos para luego enterrar la libertad. Habito en la… Continue

Posted by Rossana Arellano Guirao on May 27, 2009 at 5:59pm — No hay comentarios

Rossana Arellano Guirao Abróchame el alma

Abróchame el alma Te contaré del tiempo que implacable se desborda en ojos de paloma. Se instaló el día y el aroma arrebatador, ahora chasquea nuestras gargantas. Ya no te busco en los viejos renglones de un poema ni escribo del pasado. Sí, he celebrado la cercanía de mi propi… Continue

Posted by Rossana Arellano Guirao on May 27, 2009 at 5:56pm — No hay comentarios

José Fernando estas espaldas

Estas espaldas. Aquellos bahos, para ver mechos de pelos acariciándose. Para ver acumular el buen destino. Suerte sin maleamiento. Pero yo puedo soñar, con rostros que han vivido. Y el remilgamiento sin vida. hacia tierras yermas de una impertinencia sin experiencia. Rosario, años en el recuerdo, y sin poder ensimismarme en tu pensamiento. Continue

Posted by José Fernando on May 22, 2009 at 9:57am — No hay comentarios

José Fernando Qué momento me espera.

Qué momento me espera, cuando de ese entorno negrusco y plegado me distancie. Cuando entre aquellos que estuve hace tiempo vuelva. Y Cobijado y distante, hacia jóvenes de más vuelos recuerde mejor tu nombre, mi Dulce Rosario. Continue

Posted by José Fernando on May 18, 2009 at 10:16am — No hay comentarios

jenn lOngoria dulce despedida..

una dulce despediida..* Compartir el miércoles, 06 de mayo de 2009 a las 14:04 | Editar nota | Eliminar ".. se qe te vas a ir amor mio.. un pasoo mas cerqa de ella.. i un paso mas lejos de mi.. no importaa qomo lo see , soloo lo presiiento.. me lo dicee esta calma qe siiempre anteceede un huracann .. ese era el plan nO?.. mientrass .. i ese miientras fue llegandoo a su fin.. qe diOs te bendiga i se felizz.. amaa.. perdona i sigue amandoo.. perdona si nO estoy para qe qompartas tu feliciidad pero… Continue

Posted by jenn lOngoria on May 18, 2009 at 8:47am — No hay comentarios

José Fernando Este viejo fondo

Este viejo fondo, calcinada la tierra, lo blanco se difunde. Del mejor tiempo, tu aroma añoro.Otra página, para estos momentos. Y buscando tu nombre. Y el destino que encuentras, perdida en su longevidad. Dónde está tu presente mi dulce Rosario. Continue

Posted by José Fernando on May 15, 2009 at 2:24pm — No hay comentarios

José Fernando Nuevo cambio

Nuevo cambio, de ese horario, de mis amigos de mi pasado. Otro sitio, para verte. Quizás aquí me veas. Quizás estemos más cerca. Que los comentarios me encuentren con tu rostro. y en los adoquines del a frescura hierba lejana pronuncian tu nombre, mi dulce Rosario Continue

Posted by José Fernando on May 14, 2009 at 3:46pm — No hay comentarios

Alberto Jiménez Ausencia

Esa ausencia increíble de todo lo asumido tristemente por el olvido que nos lleva a todo lado y al final de la vida se posa tardíamente en los alvéolos de la melancolía. Continue

Posted by Alberto Jiménez on May 1, 2009 at 2:24pm — No hay comentarios

Fernando 1ro

No es tierna mi observacion, no es objetiva mi vision, es simple el pensamiento, no da lugar a simientos, lo que se construye sin base, jamas espero que alcance, que sostenga mi intencion me falla la intuicion pierdo conviccion y muero a la sombra de mi propia desesperacion. Continue

Posted by Fernando on April 30, 2009 at 3:11pm — No hay comentarios

María Lasalete Marques La vida siempre nos depara...

Hoy si acaso, mañana talvez La vida es esa puerta de vaivén Así como se abre se cierra Como renace también muere hoy presencia viva, mañana vida etérea hoy hazaña, mañana simplemente recuerdo Como ese marco sin puerta la vida es permisiva Llega un Amor a mi vida, talvez el desamor de su mano Siento los míos junto a mí, y al mismo tiempo me preparo a la partida Estuviste en mi vida para amarte te fuiste conociendo el amor que te daba y como el agua que cae desde el cielo en forma de lluvia, para… Continue

Posted by María Lasalete Marques on March 28, 2009 at 4:42am — 1 comentario

María Lasalete Marques Camino a casa...

Los ocres del otoño En su viento constante Las ramas de los viejos arbustos van deshojando. Dejando en el camino las huellas de su paso. Senda que recorre el tiempo de mano de la consciencia. Tiempo de podas constante penas ahogadas, lágrimas derramadas Tiempo que no vuelve para co… Continue

Posted by María Lasalete Marques on March 28, 2009 at 4:30am — No hay comentarios

jenn lOngoria malO si no..

".. malO si nunca me hubiera enamOrado, malO si nunca me hubiera ilusionado, malO si nunca hubiera sOñado, malO si nunca hubiera amado, malO si nunca hubiera caiido, qe buueno qe llore, rei, me ilusione, cai, aprendii i volvi a sentir, maLo es nO sentir nada.. malO la duuda qe arrasa qon los dias qe de prOnto se conviertiieron en años.. brindO por esaas sensaciiones ! por esOo hOy grito frente al espeJo qe : hay qe descalzarse.. qomo qiien se deskalza frente al mar, se tira a la corriente i asol… Continue

Posted by jenn lOngoria on March 12, 2009 at 5:57am — No hay comentarios

jenn lOngoria te cOnfieso

"..quuantas veces nO me vii simulando qe te olviidoo.. piisoo escenarios nuevos, siiento nuevas sensaciiones, vuelo por otros rumbos .. piensoo.. qe ia no existes.. i despuuess caigoo.. me doi quuenta qe no eh olvidadoo el daño qe me has hecho, qe las cicatrices auun stan frescas, qe el aiire se vuelve a llenar de culpabilidad.. dolorrr.. resentiimieentoo .. muuchoo resentiimiiento!!. qomo es qe no valoras nada?.. valoras mas el dolor qe la felicidad? pobre de tii.. me das pena.. es demasiiadoo… Continue

Posted by jenn lOngoria on March 4, 2009 at 7:30am — No hay comentarios

Miguel DESNUDO

DESNUDO El mar de tus ojos me arrastra violentamente hacia el fondo de tus sentimientos siento ahogarme en el abismo de tu indiferencia me hundo inconsciente en tu cruel amor se que al despertar la marea de tu cuerpo ya se habrá marchado y solamente con el reflejo de la lu… Continue

Posted by Miguel on February 20, 2009 at 7:57pm — No hay comentarios

Miguel ANA Y EL MAR

ANA Y EL MAR Es tu inmensidad quien atrapa mi pensamiento y me arrastra entre tus olas ala orilla del atardecer de mi vida solo para ver surgir en el horizonte tu tempestuoso egoísmo tu arrogancia atrapa mis alas ansiosas de volar toma mi mano… Continue

Posted by Miguel on February 20, 2009 at 7:55pm — No hay comentarios

Miguel PALABRAS

PALABRAS Raíces del alma que florecen en mi mente luz que ilumina los suspiros de mi corazón devastacion alegre del silencio que respiro transfigurando la voluntad de mis sentidos locura que me lleva al limite de la razón donde yace el sentimiento de los poetas… Continue

Posted by Miguel on February 20, 2009 at 7:53pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez CARMEN GONZÁLEZ HUGUET

Poeta salvadoreña nacida en la ciudad de San Salvador en 1958. Después de su grado como bachiller inició estudios de Ingeniería Química, suspendiéndolos semestres después para dedicarse por completo a la literatura, campo en el cual obtuvo la pasantía en Educación Radiofónica,… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on February 18, 2009 at 5:42pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez MARGARET ATWOOD

Esta canadiense, que nació el 18 de noviembre de 1939 en Otawa bajo el nombre de Margaret Eleanor Atwood, mostró desde muy pequeña su afición a la lectura y, con sólo 16 años de edad, comenzó a sumar experiencia en el mundo literario a través del cual incursionó en la novela, la… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on February 18, 2009 at 5:38pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez DULCE MARÍA LOYNAZ

Poeta cubana nacida en La Habana en 1902 y fallecida en 1997. Después de Doctorarse en Leyes, colaboró con las más prestigiosas publicaciones de su país y viajó muchas veces por Europa, Asia y América. Su poesía expresa la feminidad con ciertas pinceladas impresionistas y un toqu… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on February 18, 2009 at 5:36pm — No hay comentarios

Rossana Arellano Guirao Embrujo de amor

Embrujo de amor Amo la lluvia que me habita y las curvas de mis pechos que se pronuncian entre suspiros suicidas. Amo tu cauce de noches eternas. Amo la oscuridad maldita que perfuma tu cuerpo aquel que seducen mis dedos. Amo cuando mordisqueamos el alba por traidora y nos enredamos un poco más de noche al cuello a las sabanas a las costillas al brillo de nuestros ojos a esta sobredosis de amor a esta cadencia a esta exquisita lujuria a este fuego conductor a este parirnos mutuamente a este emb… Continue

Posted by Rossana Arellano Guirao on February 17, 2009 at 10:47pm — No hay comentarios

Rossana Arellano Guirao Amor perro

Amor perro Entre dientes una orquesta de iras, donde la guerra daba vueltas y la melancolía atrapaba el aire. Chillan los sueños atravesando la mano del verdugo, aquel que impide los suspiros y aún así late por él el músculo vital. ¿Acaso alguien más? Sabrá el origen de esta arruga en el alma, que como perro dócil con la cabeza gacha ahoga pensamientos convertidos en humo. ¿A qué huele la libertad? El ojo ya no mira y la nariz perdió el sentido, respira con dolor el aroma de una flor extrañ… Continue

Posted by Rossana Arellano Guirao on February 17, 2009 at 10:39pm — No hay comentarios

Rossana Arellano Guirao Al borde de la razón

Al borde de la razón Llevo un paño verde cubriéndome los rojos ojos y una tormenta en ocre y plata recita en mi alma. Un tenue rosa, llena de bichitos el dialogo ¡La libertad! se burla con dulzura y se aleja. Llevo una bandera roja a modo de castigo, a consecuencia de mi palabra galopante. ¿Quién se trago radiante sol en una frase de aguas? ¿Quién determina lo que es correcto o lo normal? Se me ha sentado triste esperanza en la rutina, y el silencio ciñe como un cinturón que lastima. Ross… Continue

Posted by Rossana Arellano Guirao on February 17, 2009 at 10:37pm — No hay comentarios

Rossana Arellano Guirao El hombre necio

El hombre necio El hombre necio es tan hostil e impredecible se levanta extrañamente de espaldas al sol, para no permitir que un rayo de vida llegue especialmente cuando se calza los zapatos. El hombre necio no sabe abrochar cordones jamás aprendió siendo niño, hoy oculta los pies. No sabe de lo fácil que es hacer feliz a una mujer él cree que solo en una cama se puede hacer el amor. El hombre necio siempre tiene frío, ni siquiera sabe de la tibieza que producen los senos. Es conductor de na… Continue

Posted by Rossana Arellano Guirao on February 17, 2009 at 10:36pm — No hay comentarios

JulioBCN Souvenirs

tras el pavor - el arrebato mi Yo inundado por un apagón y ahora apenas quedan migajas tan sólo unos despojos erráticos infectados por la insidia que jadean bocanadas de martirio y sollozan por las esquinas implorando al Moloch de sus días lágrimas que caen como martillos residuos centenarios - ulcerados y ahora, tan cerca tan cerca... tan cerca y tan lejos más lejos que de ese dios inexistente o de esas vacuas promesas de postales, decolorados souvenirs del simulacro. borramos todos los rast… Continue

Posted by JulioBCN on February 10, 2009 at 9:03pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez ALEJANDRA PIZARNIK

Alejandra Pizarnik nació en Buenos Aires, el 29 de Abril de 1936, en una familia de inmigrantes de europa oriental. Estudió filosofía y letras en la Universidad de Buenos Aires y, mas tarde, pintura con Juan Batlle Planas. Entre 1960 y 1964, Pizarnik vivió en París donde trab… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on February 3, 2009 at 4:39pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez SALVADOR ESPRIU

. Poeta, narrador y dramaturgo español en lengua catalana nacido en Santa Coloma de Farners en 1913. Licenciado en Derecho en 1935 y en Historia en 1936 por la Universidad Autónoma de Barcelona, fue un polifacético escritor destacado por el manejo lingüístico tanto en la prosa… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 30, 2008 at 6:15pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez GLORIA FUERTES

Poeta española nacida en Madrid en 1918 en el seno de un hogar humilde. La falta de recursos económicos impidió que pudiera recibir una educación esmerada, sin embargo a los veinte años publicó su primer libro de cuentos infantiles, iniciando desde entonces una fulgurante carrer… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 30, 2008 at 5:56pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez WALT WHITMAN

. Walt Whitman (West Hills, condado de Suffolk, Nueva York, 31 de mayo de 1819 – Camden, Nueva Jersey, 26 de marzo de 1892), fue un poeta, ensayista, periodista y humanista estadounidense. Su trabajo se inscribe en la transición entre el Trascendentalismo y el Realismo, incorporan… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 30, 2008 at 5:31pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez JULIO LLAMAZARES

Poeta, novelista y narrador español, nacido en Vegamián, pueblo desaparecido de León, en el año de 1955. Inclinado desde muy joven por el ejercicio literario, fue fundador de los Cuadernos Leoneses de Poesía y obtuvo el Premio Nacional de Poesía Universitaria en 1976. Se licenci… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 29, 2008 at 7:15pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez SYLVIA PLATH

. Poeta y ensayista norteamericana nacida en Jamaica Plain, suburbio de Boston, Massachusetts, en 1932. Procedente de una familia de ascendencia alemana, mostró desde pequeña un gran talento para la poesía escribiendo sus primeros poemas a la edad de ocho años. Sin embargo muy pron… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 29, 2008 at 7:08pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez MARLENE DIETRICH, Por Fernando Sabido Sánchez

Consagrada en un cine primitivo, mudo Se ofreció tan bella como la muerte en El Ángel Azul y viajó hasta las nieves perpetuas en el Expreso de Shangai con Von Sternberg Testigo de Cargo, sus besos nacìan de labios tallados en hielo, musa de Willy Wilder Orson Welles la elevó a los altares del celuoide en Sed de Mal. Nos queda de ella la Inmortalidad escrita con la sangre añil de su estirpe en los arcanos del Séptimo Arte María Magdalena von Losh Dietrich Marlene, la que fue Diosa, la Única… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 23, 2008 at 4:30pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez EL SUEÑO

EL SUEÑO Me han despertado de un sueño y vuelvo al vértigo. La realidad es una gran mentira y tengo la certeza de que todos mis días han sido ya usados por otros individuos, los mismos que hoy me niegan la procreación Esta es la verdad, recuerdo a una mujer agazapada en un rincón de la casa que me hablaba apasionadamente En la habitación hacía frío y un espejo mostraba mi desnudo con el sexo completamente amputado De repente no quise saber los motivos y hasta la muerte renunció a su desig… Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 17, 2008 at 4:39pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez UNA MUJER

UNA MUJER Una mujer desconocida me arroja algo similar a piedras y se oculta detrás del corazón El suelo está húmedo cuando me arrodillo Pero no la temo . http://fernando-sabido.blogspot.com . PASIÓN VEGA: Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 17, 2008 at 4:35pm — No hay comentarios

Alicia Rosell MAR QUE LLORAS SILENTE

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Posted by Alicia Rosell on December 16, 2008 at 12:17am — 2 comentarios

Fernando Sabido Sánchez EL BOCETO

EL BOCETO He pintado tu boceto mientras mirabas distraída un libro Es muy diferente al retrato que te hice cuando tenías veinticinco años para regalárselo a tu pareja de entonces Sigues igual de sensual aunque ya no me recuerdas a aquella mujer y ambos venimos de otra época ¿te apetece escuchar a Leonard Cohen? . http://fernando-sabido.blogspot.com . LEONARD COHEN Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 15, 2008 at 4:24pm — No hay comentarios

Fernando Sabido Sánchez LA REALIDAD

LA REALIDAD Pasó a mi lado una ensoñación casi rozándome e ignoré el hallazgo porque siempre he detestado el aliento tan femenino del placer Elijo la realidad aunque sea como la hermana mayor que nos hizo llorar en los momentos mágicos de la infancia . http://fernando-sabido.blogspot.com . CHOPIN Continue

Posted by Fernando Sabido Sánchez on December 15, 2008 at 4:21pm — No hay comentarios

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