Poente!
Eram horas...
A tarde já se debruçava no horizonte,
E o faroleiro já caminhava para o farol,
A noite já sorria do outro lado,
Acompanhada de um cordel de estrelas,
Eram horas...
A lua se enchia cada vez mais,
A cotovia já dera seu primeiro piado,
O mar já silenciara sua fúria,
E a preocupação tomava conta de meu ser,
Eram horas...
Marcáramos ali perto das dunas,
Na areia branca tal e qual a pele tua,
E tu não vinhas já fazia alguns minutos,
Em meu coração parecia eternidade,
Eram horas… Continue
Posted by SANTAROZA on December 14, 2009 at 5:35pm —
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PENSAMENTO!
Um jantar a luz de vela,
Numa noite já tão bela,
Segurando a mão dela,
E na penumbra se revela,
A bela a fera,
Com olhar inebriante,
Qual o vinho cintilante,
No cristal brilhante,
Em uma taça vermelha,
Que muito se assemelha,
A teus lábios de carmim,
A sorrirem para mim,
Com promessa de cetim,
Debruada de jasmim,
Já varanda no jardim.
Depois de um vinho do Porto,
Eu me pego absorto,
Observando a lua,
Que como aureola, circula a imagem tua,
Semi despida, quase nua,
Vindo em minha dir… Continue
Posted by SANTAROZA on December 9, 2009 at 4:51pm —
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CIGANA.
Es minha sina, minha gana.
Busco-te na vida na cama
Encontro-te por vezes nos bares
Mas nesses lugares
Apenas trocamos olhares
Dos quais você foge
Como pode
Se te busco como louco
Se te quero como poucos
Porque foges assim
Sem saber de mim
Do meu coração
Da minha paixão
Sei que es mulher
E que também me quer
Deixa eu te abraçar
Deixa eu te amar
Depois se deixar minha cama...
Eu bem sei és cigana!
Santaroza Continue
Posted by SANTAROZA on December 4, 2009 at 6:09pm —
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Negritud antigua, olor a ese ruido.
Vuelvo a aquella mañana,
vuelvo con esta.
Quiero dejar pasar los días,
quiero estar contigo
para volver a salir. Continue
Posted by José Fernando on December 4, 2009 at 1:34pm —
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AH! UM VERSO...
Ah! Se tivesse um verso agora para profanar o solo sagrado de seu amor!
Se fora possível revestir-me de sonhos e me inserir em seus pensamentos!
Se por esse vento que passa, galopar seu lombo, e chegar às praias de seus desejos mais indizíveis!
Se pro uma fração de segundo o tempo parasse e no vislumbrar de seus olhos me visse lá dentro!
Se fosse possível ao sugar o ar, me levasse com ele para dentro de si, para me perder em seu coração!
Se por um erro do destino seu coração fos… Continue
Posted by SANTAROZA on December 2, 2009 at 2:32pm —
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Mulher!
Como se fora estrela
Brilha em meu peito
E feito ventania
Vem deitar comigo.
Se veste só de sol
Perfuma minha noite
Salga meu sorriso
Fala palavrão.
Tem desejos loucos
Sonha com etes
Bebe de meu leite
E finge não saber.
Tem unhas afiadas
Língua perigosa
Sorriso maroto
E pele de cetim.
È santa e prostituta
Canina e sutil
Amor e perdição
Mulher em plenitude!
Santaroza Continue
Posted by SANTAROZA on December 1, 2009 at 3:38pm —
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Orfeu!
A mulher de meu pensar
Veste-se de sonhos
Voa com as borboletas
E ferroa feito abelha.
Tem olhos de mutante
Sorriso de golfinho
Caminha como garça
E tem unhas de tigresa.
Tem o coração de neve
Venta na primavera
Cabelos de cachoeira
E é quente como ninho.
Essa mulher é de sonho
As vezes é passional
Em outras é paciente
Nunca pede, arrebata.
Essa mulher é de areia
Do mesmo barro que eu
Ela toda a plenitude
Eu apenas Orfeu.
Santaroza Continue
Posted by SANTAROZA on November 30, 2009 at 1:50pm —
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Pasillos de rapidez inusitada.
En una conversación en lo perdido.
En una situación que jamás volverá
a suceder.
Porque todo es tan distante a tí.
porque todo es recordarte.
Y sin ti, malas voces me acompañan.
Risas calculadas y gestos propios del
edificio.
Sólo queda soñar contigo
que tus méritos aparten su suerte.
Cuando volveré a caminar al mismo rincón
que en esos ochenta vivo eternamente. Continue
Posted by José Fernando on November 28, 2009 at 9:40pm —
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<<b>/b>Uma vida!
Escrevi poesias no vento
Andei pelo arco íris
Senti cheiro de absinto
Masquei ervas nativas.
Dormi em baixo da lua
Matei a sede na chuva
Corri para não chegar
Rezei sem ajoelhar.
Decidi no par ou impar
Blefei quando não tinha nada
Fiquei sério, mas quis sorrir.
E gargalhei pra não chorar.
Doei sangue e era vermelho
Comi feijão com farinha
Cuspi as pimentas fora
Me lambuzei de amora.
Fumei cigarro de palha
Li á luz de lanterna
Nadei pelado no rio
Vi as est… Continue
Posted by SANTAROZA on November 27, 2009 at 4:02pm —
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AINDA SINTO...
Ainda sinto o gosto de sal...
Do primeiro beijo que trocamos num portal...
Sim! Era um portal, a transcendência entre o sonho e o real!
A realidade selada por dois lábios sedentos...
Corações atrelados em alentos...
Olhares que falavam poesias...
Mãos que se tocavam frias...
Ainda sinto aquele gosto de sal!
Porque foi de todos o mais real...
Este se cravou no coração!
Os demais foram de paixão...
E como tal se perderam na esteira dos dias!
E se apagaram na fogueira já fria!
Que i… Continue
Posted by SANTAROZA on November 24, 2009 at 5:51pm —
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CORPO!
Teu corpo molhado,
De frio gelado,
Na chuva que cai...
Teu corpo calhente,
De curva saliente,
Da chuva não sai...
Gitana a dançar,
Sem se importar,
Com a chuva que cai...
Teu corpo divino,
Estrada e destino,
Na chuva se vai...
Dança menina,
Profana e felina,
Na chuva.. Que ai...
A roupa colada,
Já toda molhada,
Pela chuva que cai...
Tuas curvas contornam,
Tua carne amorna,
E a chuva se vai...
Cabelo colado
No rosto molhado,
Da chuva que foi,
Teu corpo gelado,
Meu abraço apertado,
E a chu… Continue
Posted by SANTAROZA on November 23, 2009 at 12:35pm —
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AUSENCIA!
Quão terrível é esse sentimento,
Range na alma como lamento,
Tapa os olhos como cimento,
Leva-nos a vida pelo vento,
Transporta-nos por momentos,
De solidão e ferimentos!
Como dói uma saudade,
Não é sentimento é maldade,
Que rasga o peito sem piedade,
Expulsando-nos a realidade,
Do sorriso e da felicidade!
Quem me dera pudesse voar,
E pelo mundo te campear,
Pra novamente te encontrar,
E em podendo, te abraçar,
No teu ouvido declarar,
Só te busquei para te amar!
Santaroza Continue
Posted by SANTAROZA on November 20, 2009 at 4:23pm —
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ARDE!
Arde como saudade,
Morde de verdade,
É feito maldade,
Não tem dó nem piedade,
Sangra como hemorragia,
E vibra de alegria,
Queima como água fria,
Sua distância de mim,
Porque fazes assim?
Santaroza Continue
Posted by SANTAROZA on November 20, 2009 at 1:11pm —
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AMORE DE OUTONO.
Caneca de vinho
Não se pode ficar sozinho
As noites são longas e frias
Geralmente solitárias e vadias
Tempo demais pra se beber só
Tempo de mais pra se ficar só
Na lareira crepita o fogo
E entre nós começa o jogo
De caricias
De malicias
De doçura
De loucura
Uma manta para nos
Não importa o mundo estamos sós
Eu você e o vinho
A lareira o fogo nosso ninho
O frio de repente vai embora
O vento range e chora lá fora
Sinto seu coração
Ponho a minha mão
Por entre sua blusa aberta
E mi… Continue
Posted by SANTAROZA on November 20, 2009 at 12:34pm —
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Nós!
Nossas cordas deram nó
Se encontraram, se tocaram
Se beijaram, se amarraram
Feito laço de cipó!
Corre a água rio á baixo
Morna aos raios do sol
Em redemoinho em caracol
Vão rolando no riacho!
Flores tombam da aroeira
Pintando de rosa o chão
Tal e qual em meu coração
Sopra o vento essa poeira!
Somos a água e o vinho
Partes distintas do universo
Tu és o poema e eu o verso
Somos a seda e o linho!
Um é côncavo outro convexo
Paralelas de mesma estrada
Fios de uma mesma meada
Um é emoção ou… Continue
Posted by SANTAROZA on November 17, 2009 at 1:00pm —
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Otro gran viaje,
que escasa antiguedad.
Entradas con el sol en lo alto.
Me queda un año con tu encuentro.
Hacia el sur probablemente y más cerca de ti.
Quizás solo.
Y mis momentos serán más cerca de tus ojos.
En el descampado distante, casi en nuestra tierra.
Saldré para verte sin saber como estas ahora. Continue
Posted by José Fernando on November 12, 2009 at 1:21pm —
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Hola, estoy probando si funciona para crear un nuevo blog para un amigo poeta de Valencia. Va a empezar a utilizar las nuevas tecnologías, pero si que puedo decir que se le da muy bien lo de escribir. Ya lo vereis. Un saludo a todos/as. Continue
Posted by Vicente on October 28, 2009 at 2:27pm —
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Al cuarto día aproveché el momento,
en un encuentro cuando llega el fresco,
la tranquilidad del momento,
Ya es el día para verte, para encontrarnos.
Y me acerco, y es todo diferente.
Todo se relaja, y entro en aquellos ojos.
Ojos duraderos y amantes. Continue
Posted by José Fernando on October 27, 2009 at 11:55am —
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Otro cambio,
Hacia un nuevo horizonte,
volver a lo sucio para cambiar lo
nuevo.
Días que se avecinan en el interior
de todo.
Vuelvo a otras para estar más cerca.
Qué universo será
de multitudes y tranquilidad.
Estabilidad absoluta ya
en tu recuerdo y mi descanso. Continue
Posted by José Fernando on October 16, 2009 at 2:55pm —
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Solo verte
reviven cosas en mi
que andaban dormidas
tus buena nuevas
de voz aterciopelada
conmueven mi corazón
explosión de pasión
apenas controlada
mi mirar
recobra el destello
que en ocre se convirtió
mi piel
de nuevo vuelve a sentir
los sobresaltos de tu llegada
en esperada reconquista. Continue
Siento temor de encontrarme
entre el parpadeo inocente
del que persigue mi norte.
Del que reclama conciencia,
sin haber descubierto el horizonte.
Al que espera el salvaje trópico,
portando un luto obligado.
Recordando en silencio
la cuchilla indiferente del Humano.
A quién le pido perdón… Continue
Posted by AVELIBRE on October 6, 2009 at 4:47am —
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Aquí me tienes,
cautiva de tus golpes.
Franqueando la senda
que no lleva a ningún lugar.
Aquí me tienes,
atascada entre tus lágrimas.
Rodando por los túneles
de tu soledad.
Desde aquí te contemplo
obstruyendo tu sangre.
Anhelando protestas
de utópica libert… Continue
Posted by AVELIBRE on October 6, 2009 at 4:44am —
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Cuando la vida golpea
tan fuerte que te falta el aliento
no opongas ninguna resistencia
dejala hacer
visualizate en caña de bambú
dejate llevar
aunque el mismo infierno sientas
bajo tus pies
nada tienes que temer
eso si, si tienes fe
si crees que no andas solo.
La perplejidad
en miedo se convertirá
el miedo
en ignota fragilidad
la fragilidad
un instante perenne
marcado en tu mente.
Los reveses de la vida
son otras formas de mirar
sus golpes
una llamada de atención
de que no andas solo. Continue
Quisiera haber nacido
en un país que no es el mio
en un país lleno de virtudes
como es el tuyo
lleno de ausencias
vacío de necesidades
todo por conquistar
nada que perder
donde el agua es dulce
la tierra es yerma
el cielo llora barro
las flores no se marchitan
a pesar del viento alocado
el mal es reconocible
no se esconde tras telas de diseño
ni en corbatas de ahorcados. Continue
No me pidas suavidad
cuando frente a ti
me encuentro
no me pidas que ralentice
mis sedientos sentimientos.
Abrazame fuerte
mucho mas fuerte
para no dejar ningún espacio
al desaliento
dejame que en ti me sienta
hasta en la inconsciencia hallarme
sumido entre nubes de algodón
que amortiguen la caída
en eterna felicidad. Continue
Si te preguntas
si es cierto que te quiero
mira si en tus mejillas
anda recostado el sol
si la luna se refleja
en la niña de tus ojos
si los vientos
tu nuca dejan al descubierto
si tus lagrimas
en agua bendita se convierten
si el algodon que te cubre
en seda se convierte
si la pasión
vuela tan a ras del suelo
que es imposible
no estremecerse. Continue
La brisa en el rostro...
Es algo especial .
Las bandadas de pájaros...
Volando de un extremo a otro...
Es algo especial .
Los árboles...
Quietos...
O movidos por el viento...
Es algo especial .
Las nubes...
Como gigantescos algodones , desplazándose por las alturas...
Es algo especial .
El agua...
Que incontenible busca el mar...
Es algo especial .
El hombre...
Que como un pajarillo...
Subsiste con el agua y el pan...
Es algo especial .
La lluvia...
Que golpea nuestros techos...
Y riega la… Continue
Posted by Iván on September 17, 2009 at 7:05pm —
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Allí estuvieron en verbenas
los que ahora son profesores
y se conocieron, y vivieron
y tienen recuerdos.
Y se hablan de una magia que
está en las paredes.
Y saben de sus historias e
intercambian.
De Rocha, De Rosario, de ese
viaje a La Palma que en mi alma estuviera. Continue
Posted by José Fernando on September 16, 2009 at 1:59pm —
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Ojos verdes
que de otoño se visten
lánguida mirada
mecida en melancolía.
La ausencia
en sus brazos me recibe
y de su mano me lleva
entre encrucijadas
que solo ella conoce.
Entre luces y sombras ando
tras un cristal blindado
en aparente serenidad
en fingida calma. Continue
Me envuelve en su velo la melancolía
brotando dos manantiales salados
implorando al mismo cielo
que de mi se apiade
las ilusiones que me muestra
al fin las haga realidad
que a su hijo pueda abrazar
colmarle de besos
aunque en ello pierda el aliento
recibir el día
y sentirlo a mi lado
recibir la noche
y sucumbir a su lado
ese es mi deseo
y eso te pido madre luna
que ese lucero que pariste
se quede aquí en estas mis tierras
para que me muestre
el otro lado de la luna. Continue
Sumergido en ensueños
despisto a la realidad
no buscada.
Relleno con colores
idas y venidas deseadas,
dibujo mis dedos
hasta que en los tuyos
se conviertan
cual saetas
que las horas marcan.
Rescoldo de eternas ascuas
convertidas en ígnea pasión
día a día alimentada
por mi mirar
que los vientos mueven
entre la tierra y el cielo
dibujando deseos ensortijados
en el oleaje de tus cabellos. Continue
Compás 4x4
(Doublebass, contrabajo)
Tensas vibraciones cordadas
golpean el mástil
castigan el puente
suspendidas sobre el alma
dejan el pizzicato
entra ahora
el Slap
escapa
LaSolFa
ReLaMí
cada nota
pulsada por dedos vertiginosos
poseídos por métricas sincopadas
siguiendo el desliz de acordes improvisados
mientras me deslumbra el Sol artificial
que se baña en tus anchas caderas
con el reflejo de mi silueta
enmarcado en tu piel caoba
y afinada me deja… Continue
Posted by FLIZZ on September 6, 2009 at 7:19pm —
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Recuerdo cada noche…
Noches en las que te poseía,
O así lo creía, o me dejabas creer.
Siempre te consideré demoníaca,
qué endiablada... eras Tú!
Y como lo hacías, perdía el sentido,
Sentía el vacío del alma que escapa
entre mis dedos.
Redobles en tu vientre
Orgía de sentidos
Recuerdo todas las noches…
Como ahora, en sueños,
veo ésos ojos infinitos, llenos,
como luna llena colmada de mi reflejo.
Yo miro, Tú me miras…
Nos miramos, conjugando como perros en celo,
como estudiantiles, con anhelos… Continue
Posted by FLIZZ on September 6, 2009 at 7:09pm —
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Hay dos cosas que nos iguala
a todos los humanos
nacer y morir
lo que nos diferencia
es lo que hacemos
durante el trayecto.
Si hubiese que eliminar el mal
sería tanto como cambiar
el transcurso de la vida
sin mal no hay bien
sin enfermedad no hay salud
sin riqueza no hay pobreza.
El secreto es el equilibrio
entre los extremos
que por tan coincidentes
se repelen.
Amarse a uno mismo
es un buen comienzo
para salvarse
para salvarnos. Continue
Que mas quisiera yo ser el viento
que mece tus cabellos
ser la tierra que con sus latidos
tu corazón acompasa
ser el camino
por donde vos anda
ser las aguas del río
donde tu rostro se refleja
ser el patio de tus confidencias
ser tus sueños con los ojos abiertos
ser el pañuelo que endulza la sal derramada
ser el punto de partida y de llegada
Que mas quisiera yo
que beber tus vientos
mojarme en la misma lluvia
compartir el mismo velo
cruzar cómplices miradas
no parar de reír hasta la salida del so… Continue
Es el momento de pensar el porque de que no estes aqui
y duele imaginar que te perdi
Podria pensar que te vas pero duele imaginar la verdad
no creo que podrias irte ya
Sin ti tu no existiras
Sin ti tu piel se apagara
Sin mi no habra nada mas
Y tendras que llorar de lo que paso yo aqui
Recordando y mirando el lugar donde era tan facil para mi amar.
Pero es dificil mirar el lugar donde pase momentos de amor junto a ti
es que el dolor no se ira hoy de aqui.
Y es que el momento no pasara,
pero… Continue
Llego el vendaval
que todo pone patas para arriba
consigue hacer brotar agua
de las piedras
de dibujar sonrisas
de secar lagrimas infinitas
de levantar al caído
los marrones oscuros
pintarlos de turquesa
detener el tiempo
por unos instantes
crear aromas
sentir ilusiones
en el mismo espacio tiempo
llego el vendaval
envolviendo
a quien se deje elevar. Continue
Bien sabe el destino
que ante el me arrodillo
ahora en época de nieves.
Ya paso la primavera
arrolladora
el otoño de sensatez.
La experiencia
la falta de fuerzas
hace que baje las escaleras
y me recoja en el seno
del blanco paterno
y del gris materno
solo ahí me siento fuerte
en mi humanizada debilidad.
Jure fidelidad
al silencio del saber
a la contención del poder
y no desear nada mas
que ser luz en el camino
que en tu alma se cobije. Continue
Se terminarón los registros de pasados recientes,
obligados pasos a lo desconocido
me llevaran a cumplir lo escrito.
Necesito el fuego para no errar mis pasos,
seguir los trazos por el humo dibujados,
mas cuando cual camaleón se transforma
miro a todos lados atolondrado.
Mis manos se despegan de mi cuerpo
en fatal equilibrio,
cierro mis parpados para no caerme,
dejo llevarme escuchando el aire en forma de viento,
siento como golpeteas mi espalda, tam, tam,tam,
el repiqueo se confunde con los lat… Continue
Dos hijos DIOS ME CONCEDIÓ...,
UNA HIJA Y UN VARÓN.
De ellos orgullosos estamos
su padre y yo...,
son buenos hijos y poseen
un gran corazón.
MANOLY NARANJO.Continue
Posted by MANOLY on August 29, 2009 at 1:09pm —
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El mar de tus ojos
recorren mi ser
ondean olas en mi cuerpo
y mueren en la cumbre de mi tez .
Perdida sin aliento
en las olas de tus deseos
me agarré a tus manos y esperé
a que la tempestad no me sumergierá
en profundo desconsuelo.
Manoly naranjo.Continue
Posted by MANOLY on August 28, 2009 at 2:53pm —
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Ya surge un nuevo momento,
donde todo se olvide,
donde el rostro del sur,
sin un pequeño futuro
entre dunas de asfalto.
Y es que posible que sea
nuestro sitio.
Nuestro amor, donde serena,
realmente pueda verte.
Lleno de hombres, de la suavidad
que todo lo impere,
donde amarte,
Donde relajadamente mirar los
ojos que se esconden. Continue
Posted by José Fernando on August 25, 2009 at 12:56pm —
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Cuando se producen los mejores momentos,
la voz lejana en un hilo absurdo,
imágenes desterradas ahora que falta tan poco.
Después de estos años, casi apunto de acabar
esta batalla, voces griegas que insultan allá abajo.
Y me reclino hacia ti, y voy hacia ti. Y me alejaré algo
para acercarme a tí. Quiero encontrarte para volver a mí. Continue
Posted by José Fernando on August 18, 2009 at 2:58pm —
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Estaré al margen lo suficiente,
cómo te acercarás.
Cómo se limpiarán tus grandes ojos.
Y podrás salir libremente,
en un asiento con los tuyos.
Nuestra misma edad,
nuestros mismos recuerdos.
Nuestra misma época,
Compartir un futuro, con los
que lucharon.
Y más jóvenes aún, más fuertes en un pasado
fuerte.
A mi lado, rizos de antaño,
una dulce sonrisa que no supe apreciar.
Una juventud que quiero amar.
Rosario, consigue tu puesto de verdadero
mérito, y después del último intento, verte arrib… Continue
Posted by José Fernando on August 3, 2009 at 12:37pm —
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Su traje blanco
su sencillez
su capacidad de trabajo.
De nuestra generación
y más joven,
y nos encontramos.
Si pudieras ocupar un sitio
en mi vida. Rosario recogida.
Volver a entrar en tus ojos.
Inmensos ojos de dulzuras
que me esperan en la eternidad. Continue
Posted by José Fernando on July 29, 2009 at 10:01am —
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Poeta centroamericana nacida en Estelí, Nicaragua, en 1924. Desde muy niña se trasladó y vivió con su familia en El Salvador y en 1943 viajó a EE.UU. donde obtuvo el título en Filosofía y Letras por la Universidad George Washington. Después de residir por varios años en EE.UU.…Continue
Poeta española nacida en Madrid en 1980.
Está terminando con honores sus estudios de Filología Clásica en la Universidad Autónoma de Madrid.
Muy temprano empezó a escribir poesía y narrativa, convirtiéndose en una de las revelaciones de la poesía joven española.
En 1998 obtuv…Continue
<
Poeta colombiana nacida en Bogotá en 1952.
Adelantó estudios de Literatura en la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá.
En junio de 1977 obtuvo mención de Honor en la categoría de Escritores Reconocidos en el concurso auspiciado por la "Unión Nacional de Escritores…Continue
Gracias a ti,
gracias a las dos,
al recuerdo y la presencia
del amor,
de la constancia, de buscar
lo mejor.
Busca su nota y que la justicia
impere.
Cual será nuestro lugar dentro de poco
tiempo.
Hay tanta fortaleza en esa belleza.
En ojos mágicos y en la sonrisa ausente.
Deslizarme por el destino para amarles. Continue
Posted by José Fernando on July 22, 2009 at 9:28am —
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Seudónimo de Ion Theodorescu, poeta y novelista rumano nacido en Bucharest en 1880.
Después de terminar la escuela básica en Saint Sava High School, trabajó en diversos oficios para sostener sus estudios superiores. En 1896 publicó los primeros versos en la revista de su orienta…Continue
Poeta española nacida en Aragón en 1954.
De 1968 a 1999 vivió en Barcelona en cuya Universidad se licenció en Filología Hispánica.
Ha estado durante años dedicada profesionalmente a la enseñanza pública en el nivel de secundaria, impartiendo la asignatura de Lengua y Literatura…Continue
Poeta mexicana nacida en Chihuahua en 1949. Es licenciada en Filosofía, Maestra en Metodología de la Ciencia y Maestra en Letras Españolas. Reside actualmente en en EE.UU. donde desarrolla una intensa labor literaria, no sólo como poeta, sino también como antóloga y traduc…Continue
Poeta y editora española nacida en Madrid en 1937.
Es fundadora y Directora de Ediciones Torremozas, miembro del Patronato de la "Fundación Carmen Conde y Antonio Oliver" de Cartagena y Presidenta de la "Fundación Gloria Fuertes".
Su trayectoria literaria se inició con la…Continue
Poeta, novelista y ensayista francés, nacido en París en 1897.
Después de sus primeros estudios en el Liceo Carnot , ingresó a la Universidad de Paris donde estudió Medicina.
Gran amigo de Breton y de Soupoult, fundó con ellos la revista
"Littérature" en 1919, liderando el movimi…Continue
ROSA LENTINI (Barcelona, 1957). Poeta, traductora, crítica y co-editora de Ediciones Igitur. Miembro fundador de las revistas Asimetría (1986-88) y Hora de Poesía (1979-95), de la que fue su directora. Poemarios: La noche es una voz soñada (1994), Cuaderno de Egipto (2000), E…Continue
Matilde Kirilovsky nació en 1912 en Argentina y bajo el seudónimo de Matilde Alba Swann, se le conoce como poeta.
Estudió Ciencias Jurídicas y Sociales en la Universidad Nacional de La Plata. Aunque ejerció la profesión con gran éxito, dedicó gran parte de su vida al period…Continue
Ángel Petisme (Calatayud, 1961) es escritor y cantante. Licenciado en Filología Italiana por la Universidad Complutense de Madrid.
Ha sido incluido en diversas antologías de poesía española, entre las que destaca Postnovísimos donde Luis Antonio de Villena le señala como el máxi…Continue
Poeta francés nacido en Tinchebray, Orne, en 1896.
Estudió medicina y trabajó en hospitales psiquiátricos durante la Iª Guerra mundial, aplicando sus profundos conocimientos de la teoría freudiana. Desde muy joven trabó amistad con importantes figuras intelectuales de Francia conv…Continue
Poeta y novelista nicaragüense nacida en Managua en 1948.
Junto a Ernesto Cardenal y Claribel Alegría, inició la renovación de la poesía en su país. Un marcado acento erótico impregna buena parte de su obra, aunque la última producción denota una gran preocupación por los cambi…Continue
DOSIS LETAL DE INFRASONIDO
Justo donde la ciudad, se diluye en la extrañeza.
Justo donde cristal, exhala la distancia
y se vuelve salado el aroma de la lluvia.....Allí,
se inhuman petroglifos, en un sin fin sin contrición
cual dosis letal de infrasonido.
Ya sé la pr…Continue
Jack Kerouac nació el 12 de marzo de 1922 en Lowell Massachusetts, de origen francocanadiense y de naturaleza aventurera y vivaz. Recorrió los Estados Unidos y México a pie, en autobús, en coche (haciendo autostop) y en extraños pero sobresalientes sueños alucinados por la carre…Continue
Poeta y ensayista mexicano nacido en Ciudad de México en 1939.
Empezó a brillar desde muy joven en el panorama cultural mexicano, gracias a su dominio de las formas clásicas y modernas y al enfoque universal de su poesía.
Además de poeta y prosista se ha consagrado también c…Continue
Porqué perder estos momentos.
Rincones de observaciones oscuras.
y tu recuerdo tan cerca.
En el final, como ruedas que comprimieron.
Me alejo ya para verte nunca.
Rosario, ardiente y serena.
Darias bríos a esta serenidad de la tarde.
Y me acerco para verte.
Llega el momento de la partida. Continue
Posted by José Fernando on June 29, 2009 at 3:22pm —
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Comprenderé que existe Dios
al escuchar tu nombre.
Poco a poco, loco de recuerdos.
Amor, que fue de aquellos momentos.
Fe, cobijada en rincones fríos.
Te espero, estando lejos y cerca.
Cuarentones muertos.
Tu allí, yo acá. Mi orgullo me aleja tanto.
LLorando, y pensar en tí.
Qué importa, decirlo tan adentro.
No me mates nunca más.
No estrujes tanta soledad.
Ese corazón que vive.
Qué alianzas tienes en tu amor.
Perdonar este viento de esquinas que
nos quema.
En qué noches duermes. Regresa a… Continue
Posted by José Fernando on June 4, 2009 at 9:50pm —
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Derechos reservados
He recogido diversas huellas
y la vida en notas y palabras
pequeñas historias
han dictado sentencia
a mis patios hoy desiertos.
Aún hay monstruos
escondidos en el entretecho
que salen cada noche
a cavar hoyos
para luego enterrar la libertad.
Habito en la… Continue
Abróchame el alma
Te contaré
del tiempo que implacable se desborda
en ojos de paloma.
Se instaló el día
y el aroma arrebatador, ahora
chasquea nuestras gargantas.
Ya no te busco
en los viejos renglones de un poema
ni escribo del pasado.
Sí, he celebrado
la cercanía de mi propi… Continue
Estas espaldas.
Aquellos bahos,
para ver mechos de pelos
acariciándose.
Para ver acumular el
buen destino.
Suerte sin maleamiento.
Pero yo puedo soñar,
con rostros que han vivido.
Y el remilgamiento sin vida.
hacia tierras yermas
de una impertinencia sin experiencia.
Rosario, años en el recuerdo,
y sin poder ensimismarme en tu pensamiento. Continue
Posted by José Fernando on May 22, 2009 at 9:57am —
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Qué momento me espera,
cuando de ese entorno negrusco
y plegado me distancie.
Cuando entre aquellos que estuve
hace tiempo vuelva.
Y Cobijado y distante,
hacia jóvenes de más vuelos
recuerde mejor tu nombre, mi Dulce Rosario. Continue
Posted by José Fernando on May 18, 2009 at 10:16am —
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una dulce despediida..*
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el miércoles, 06 de mayo de 2009 a las 14:04 | Editar nota | Eliminar
".. se qe te vas a ir
amor mio.. un pasoo mas
cerqa de ella.. i un paso mas
lejos de mi.. no importaa qomo lo
see , soloo lo presiiento.. me
lo dicee esta calma qe siiempre
anteceede un huracann .. ese era
el plan nO?.. mientrass .. i ese
miientras fue llegandoo a su fin..
qe diOs te bendiga i se felizz..
amaa.. perdona i sigue amandoo..
perdona si nO estoy para qe qompartas
tu feliciidad pero… Continue
Posted by jenn lOngoria on May 18, 2009 at 8:47am —
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Este viejo fondo,
calcinada la tierra,
lo blanco se difunde.
Del mejor tiempo,
tu aroma añoro.Otra página, para estos momentos.
Y buscando tu nombre.
Y el destino que encuentras,
perdida en su longevidad.
Dónde está tu presente mi dulce Rosario. Continue
Posted by José Fernando on May 15, 2009 at 2:24pm —
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Nuevo cambio,
de ese horario, de mis amigos
de mi pasado.
Otro sitio, para verte.
Quizás aquí me veas.
Quizás estemos más cerca.
Que los comentarios me encuentren
con tu rostro.
y en los adoquines del a frescura
hierba lejana pronuncian tu nombre,
mi dulce Rosario Continue
Posted by José Fernando on May 14, 2009 at 3:46pm —
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Esa ausencia increíble
de todo lo asumido tristemente por el olvido
que nos lleva a todo lado
y al final de la vida
se posa tardíamente
en los alvéolos de la melancolía. Continue
Posted by Alberto Jiménez on May 1, 2009 at 2:24pm —
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No es tierna mi observacion,
no es objetiva mi vision,
es simple el pensamiento,
no da lugar a simientos,
lo que se construye sin base,
jamas espero que alcance,
que sostenga mi intencion
me falla la intuicion
pierdo conviccion
y muero a la sombra de mi propia
desesperacion. Continue
Posted by Fernando on April 30, 2009 at 3:11pm —
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Hoy si acaso, mañana talvez
La vida es esa puerta de vaivén
Así como se abre se cierra
Como renace también muere
hoy presencia viva, mañana vida etérea
hoy hazaña, mañana simplemente recuerdo
Como ese marco sin puerta la vida es permisiva
Llega un Amor a mi vida, talvez el desamor de su mano
Siento los míos junto a mí,
y al mismo tiempo me preparo a la partida
Estuviste en mi vida para amarte
te fuiste conociendo el amor que te daba
y como el agua que cae desde el cielo
en forma de lluvia, para… Continue
Los ocres del otoño
En su viento constante
Las ramas de los viejos arbustos
van deshojando.
Dejando en el camino
las huellas de su paso.
Senda que recorre el tiempo
de mano de la consciencia.
Tiempo de podas constante
penas ahogadas, lágrimas derramadas
Tiempo que no vuelve
para co… Continue
".. malO si nunca me hubiera enamOrado,
malO si nunca me hubiera ilusionado,
malO si nunca hubiera sOñado,
malO si nunca hubiera amado,
malO si nunca hubiera caiido,
qe buueno qe llore, rei, me ilusione,
cai, aprendii i volvi a sentir,
maLo es nO sentir nada..
malO la duuda qe arrasa qon los dias
qe de prOnto se conviertiieron en años..
brindO por esaas sensaciiones !
por esOo hOy grito frente al espeJo qe :
hay qe descalzarse.. qomo qiien se deskalza
frente al mar, se tira a la corriente i asol… Continue
Posted by jenn lOngoria on March 12, 2009 at 5:57am —
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"..quuantas veces nO me vii simulando
qe te olviidoo.. piisoo escenarios nuevos,
siiento nuevas sensaciiones, vuelo por otros
rumbos .. piensoo.. qe ia no existes..
i despuuess caigoo.. me doi quuenta qe no
eh olvidadoo el daño qe me has hecho,
qe las cicatrices auun stan frescas, qe el aiire
se vuelve a llenar de culpabilidad.. dolorrr..
resentiimieentoo .. muuchoo resentiimiiento!!.
qomo es qe no valoras nada?.. valoras mas el
dolor qe la felicidad? pobre de tii.. me das pena..
es demasiiadoo… Continue
Posted by jenn lOngoria on March 4, 2009 at 7:30am —
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DESNUDO
El mar de tus ojos me arrastra violentamente
hacia el fondo de tus sentimientos
siento ahogarme en el abismo de tu indiferencia
me hundo inconsciente en tu cruel amor
se que al despertar la marea de tu cuerpo ya se habrá marchado
y solamente con el reflejo de la lu… Continue
Posted by Miguel on February 20, 2009 at 7:57pm —
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ANA Y EL MAR
Es tu inmensidad quien atrapa mi pensamiento
y me arrastra entre tus olas ala orilla del atardecer de mi vida
solo para ver surgir en el horizonte tu tempestuoso egoísmo
tu arrogancia atrapa mis alas ansiosas de volar
toma mi mano… Continue
Posted by Miguel on February 20, 2009 at 7:55pm —
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PALABRAS
Raíces del alma que florecen en mi mente
luz que ilumina los suspiros de mi corazón
devastacion alegre del silencio que respiro
transfigurando la voluntad de mis sentidos
locura que me lleva al limite de la razón
donde yace el sentimiento de los poetas… Continue
Posted by Miguel on February 20, 2009 at 7:53pm —
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Poeta salvadoreña nacida en la ciudad de San Salvador en 1958. Después de su grado como bachiller inició estudios de Ingeniería Química, suspendiéndolos semestres después para dedicarse por completo a la literatura, campo en el cual obtuvo la pasantía en Educación Radiofónica,… Continue
Esta canadiense, que nació el 18 de noviembre de 1939 en Otawa bajo el nombre de Margaret Eleanor Atwood, mostró desde muy pequeña su afición a la lectura y, con sólo 16 años de edad, comenzó a sumar experiencia en el mundo literario a través del cual incursionó en la novela, la… Continue
Poeta cubana nacida en La Habana en 1902 y fallecida en 1997. Después de Doctorarse en Leyes, colaboró con las más prestigiosas publicaciones de su país y viajó muchas veces por Europa, Asia y América.
Su poesía expresa la feminidad con ciertas pinceladas impresionistas y un toqu… Continue
Embrujo de amor
Amo la lluvia que me habita
y las curvas de mis pechos
que se pronuncian
entre suspiros suicidas.
Amo tu cauce
de noches eternas.
Amo la oscuridad maldita
que perfuma tu cuerpo
aquel que seducen mis dedos.
Amo cuando mordisqueamos
el alba por traidora
y nos enredamos
un poco más de noche
al cuello
a las sabanas
a las costillas
al brillo de nuestros ojos
a esta sobredosis de amor
a esta cadencia
a esta exquisita lujuria
a este fuego conductor
a este parirnos mutuamente
a este emb… Continue
Amor perro
Entre dientes
una orquesta de iras,
donde la guerra daba vueltas
y la melancolía atrapaba el aire.
Chillan los sueños
atravesando la mano del verdugo,
aquel que impide los suspiros
y aún así late por él el músculo vital.
¿Acaso alguien más?
Sabrá el origen de esta arruga en el alma,
que como perro dócil con la cabeza gacha
ahoga pensamientos convertidos en humo.
¿A qué huele la libertad?
El ojo ya no mira y la nariz perdió el sentido,
respira con dolor el aroma de una flor extrañ… Continue
Al borde de la razón
Llevo un paño verde cubriéndome los rojos ojos
y una tormenta en ocre y plata recita en mi alma.
Un tenue rosa, llena de bichitos el dialogo
¡La libertad! se burla con dulzura y se aleja.
Llevo una bandera roja a modo de castigo,
a consecuencia de mi palabra galopante.
¿Quién se trago radiante sol en una frase de aguas?
¿Quién determina lo que es correcto o lo normal?
Se me ha sentado triste esperanza en la rutina,
y el silencio ciñe como un cinturón que lastima.
Ross… Continue
El hombre necio
El hombre necio es tan hostil e impredecible
se levanta extrañamente de espaldas al sol,
para no permitir que un rayo de vida llegue
especialmente cuando se calza los zapatos.
El hombre necio no sabe abrochar cordones
jamás aprendió siendo niño, hoy oculta los pies.
No sabe de lo fácil que es hacer feliz a una mujer
él cree que solo en una cama se puede hacer el amor.
El hombre necio siempre tiene frío,
ni siquiera sabe de la tibieza que producen los senos.
Es conductor de na… Continue
tras el pavor - el arrebato
mi Yo inundado por un apagón
y ahora apenas quedan migajas
tan sólo unos despojos erráticos
infectados por la insidia
que jadean bocanadas de martirio
y sollozan por las esquinas
implorando al Moloch de sus días
lágrimas que caen como martillos
residuos centenarios - ulcerados
y ahora, tan cerca tan cerca...
tan cerca y tan lejos
más lejos que de ese dios inexistente
o de esas vacuas promesas de postales,
decolorados souvenirs del simulacro.
borramos todos los rast… Continue
Posted by JulioBCN on February 10, 2009 at 9:03pm —
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Alejandra Pizarnik nació en Buenos Aires, el 29 de Abril de 1936, en una familia de inmigrantes de europa oriental. Estudió filosofía y letras en la Universidad de Buenos Aires y, mas tarde, pintura con Juan Batlle Planas. Entre 1960 y 1964, Pizarnik vivió en París donde trab… Continue
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Poeta, narrador y dramaturgo español en lengua catalana nacido en
Santa Coloma de Farners en 1913.
Licenciado en Derecho en 1935 y en Historia en 1936 por la Universidad Autónoma de Barcelona, fue un polifacético escritor destacado por el manejo lingüístico tanto en la prosa… Continue
Poeta española nacida en Madrid en 1918 en el seno de un hogar humilde. La falta de recursos económicos impidió que pudiera recibir una educación esmerada, sin embargo a los veinte años publicó su primer libro de cuentos infantiles, iniciando desde entonces una fulgurante carrer… Continue
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Walt Whitman (West Hills, condado de Suffolk, Nueva York, 31 de mayo de 1819 – Camden, Nueva Jersey, 26 de marzo de 1892), fue un poeta, ensayista, periodista y humanista estadounidense. Su trabajo se inscribe en la transición entre el Trascendentalismo y el Realismo, incorporan… Continue
Poeta, novelista y narrador español, nacido en Vegamián, pueblo desaparecido de León, en el año de 1955.
Inclinado desde muy joven por el ejercicio literario, fue fundador de los Cuadernos Leoneses de Poesía y obtuvo el Premio Nacional de Poesía Universitaria en 1976. Se licenci… Continue
.
Poeta y ensayista norteamericana nacida en Jamaica Plain, suburbio de Boston, Massachusetts, en 1932.
Procedente de una familia de ascendencia alemana, mostró desde pequeña un gran talento para la poesía escribiendo sus primeros poemas a la edad de ocho años. Sin embargo muy pron… Continue
Consagrada en un cine primitivo, mudo
Se ofreció tan bella como la muerte en El Ángel Azul
y viajó hasta las nieves perpetuas
en el Expreso de Shangai con Von Sternberg
Testigo de Cargo, sus besos nacìan de labios
tallados en hielo, musa de Willy Wilder
Orson Welles la elevó a los altares del celuoide
en Sed de Mal. Nos queda de ella la Inmortalidad
escrita con la sangre añil de su estirpe en los arcanos
del Séptimo Arte
María Magdalena von Losh Dietrich
Marlene, la que fue Diosa, la Única…Continue
EL SUEÑO
Me han despertado de un sueño y vuelvo
al vértigo. La realidad es una gran mentira
y tengo la certeza de que todos mis días
han sido ya usados por otros individuos,
los mismos que hoy me niegan la procreación
Esta es la verdad, recuerdo a una mujer
agazapada en un rincón de la casa que me hablaba
apasionadamente
En la habitación hacía frío y un espejo mostraba
mi desnudo con el sexo completamente amputado
De repente no quise saber los motivos
y hasta la muerte renunció a su desig…Continue
UNA MUJER
Una mujer desconocida
me arroja algo similar a piedras
y se oculta detrás del corazón
El suelo está húmedo cuando me arrodillo
Pero no la temo
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PASIÓN VEGA:
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EL BOCETO
He pintado tu boceto
mientras mirabas distraída un libro
Es muy diferente al retrato que te hice
cuando tenías veinticinco años
para regalárselo a tu pareja de entonces
Sigues igual de sensual
aunque ya no me recuerdas a aquella mujer
y ambos venimos de otra época
¿te apetece escuchar a Leonard Cohen?
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LEONARD COHEN
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LA REALIDAD
Pasó a mi lado una ensoñación casi rozándome
e ignoré el hallazgo
porque siempre he detestado
el aliento tan femenino del placer
Elijo la realidad
aunque sea como la hermana mayor
que nos hizo llorar en los momentos mágicos
de la infancia
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CHOPIN
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